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quarta-feira, 28 de junho de 2017


segunda-feira, 28 de março de 2016

Na Semana Santa, Papa dedica catequese ao Tríduo Pascal

O Tríduo começa na Quinta-Feira Santa, com a celebração da Última Ceia, quando Jesus, na véspera de sua paixão, instituiu a Eucaristia. Nesta mesma celebração, realiza-se o gesto de lava pés, um gesto que, conforme explicou o Papa, exprime o sentido da vida e da paixão de Cristo, ou seja, o serviço a Deus e aos irmãos.
Já na sexta-feira é dia de meditar sobre o mistério da morte de Cristo, com a adoração da Cruz. Francisco explicou que todas as Escrituras encontram seu cumprimento no amor de Jesus que, com o seu sacrifício, transformou a maior injustiça no maior amor. E ao longo dos séculos, muitos homens e mulheres deram seu testemunho de vida e refletiram um raio desse amor perfeito de Cristo.
“Adorando a Cruz, olhando Jesus, pensemos no amor, no serviço, na nossa vida, nos mártires cristãos e também nos fará bem pensar no final da nossa vida. Ninguém de nós sabe quando isso vai acontecer, mas podemos pedir a graça de poder dizer: Pai, fiz o que pude. Está consumado”.
Do Sábado Santo, Francisco destacou o silêncio, pois a Igreja contempla o “repouso” de Cristo no túmulo após o vitorioso combate da cruz. É um dia de grande identificação com Maria, que permanece sozinha com a chama da fé acesa, esperando a Ressurreição de Jesus, comemorada no Domingo de Páscoa.
“A pedra da dor é abatida, deixando espaço à esperança. Eis o grande mistério da Páscoa! (…) A nossa vida não termina diante da pedra de um sepulcro, a nossa vida vai além com a esperança em Cristo que ressuscitou justamente daquele sepulcro. Como cristãos, somos chamados a ser sentinelas da manhã”.
Francisco concluiu a catequese com um convite aos fiéis: “Nesses dias do Tríduo Sagrado, não nos limitemos a celebrar a paixão do Senhor, mas entremos no mistério, façamos nossos os seus sentimentos, as suas atitudes. Assim, a nossa será uma ‘feliz Páscoa’”.

A vida de São Benedito

Quando tinha 20 anos foi insultado por causa de sua raça. Porém, com muita calma e paciência suportou tudo. Vendo isso, o líder dos eremitas franciscanos, Frei Jerônimo Lanza, convidou-o para fazer parte da congregação. São Benedito aceitou prontamente, vendeu tudo o que tinha e se tornou um eremita franciscano, ficando com eles por volta de 5 anos.
Papa Pio IV, desejando unificar a ordem franciscana, ordenou aos eremitas que se juntassem a qualquer ordem religiosa. Benedito foi para omosteiro da Sicília, um convento em Santa Maria de Jesus. Era o convento dos franciscanos capuchinhos. Benedito entrou como irmão leigo, assumindo uma função tida como secundária: a de cozinheiro. Benedito, porém, fez da cozinha um santuário de oração e fervor. Vivia sempre alegre e com muita mansidão, conquistando a todos com sua comida saborosa e sua simpatia.
Foi transferido depois para o convento de Sant’Ana di Giuliana, ficando por 4 anos. Depois retornou para o convento de Santa Maria de Jesus, permanecendo ali até sua morte.

HISTÓRIA DE SÃO BENEDITO

São BeneditoSão Benedito nasceu perto de Messina, na ilha da Sicília, Itália, no ano de 1526. Benedito significa abençoado. Seus pais foram escravos vindos da Etiópia para a Sicília. Era filho de Cristovão Manasceri e de Diana Larcan. O casal não queria ter filhos para não gerarem mais escravos. O senhor deles, sabendo disso, prometeu que, se eles tivessem um filho, daria a ele a liberdade. Assim, eles tiveram Benedito. E, como prometido, ele foi libertado pelo seu senhor ainda menino.
Benedito foi educado por seus pais na fé cristã. Quando menino, cuidava das ovelhas e sempre aproveitava para rezar o Rosário, ensinado por sua mãe.